segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

RODA DA FORTUNA


2 comentários:

  1. Que sejam Moiras, Parcas ou Nornas, essas fiadeiras parecem não mais saber, por esses tempos, que destinos devem tecer, entrelaçar, atar, parece que perdem o fio. E as marés humanas vogam, nessa tapeçaria que se concentra mais aqui, se desfia ali, voga ao sabor dela mesma.

    Mais terrível ainda quando esta se depara com as teias de Arachné, as do irremediável. Mas, o show deve continuar, mesmo no escuro. Acendam-se velas, fósforos, lanternas.... mas que se continue essa ópera ingente e absurda até que, no aplauso das consciências, faça-se a luz que tanto se espera!

    Perdoe-me, querida Lílian, derivei em tuas palavras, deslumbrei-me com teus versos, desfiz-me em considerações que talvez não devia, essas coisas de artesão que sou...

    Teu texto, sem falar da beleza da escrita, tem esse poder de não deixar nenhum leitor alheio ao conteúdo que tão belamente expões. Obrigado, tão querida amiga, continua nos dando sempre o hidromel de tuas palavras.

    Um beijo com muito carinho, bom domingo.
    André

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  2. Querido André,

    Nunca deixe de me escrever. Seus comentários, sempre pertinentes, me convencem de que ainda há luz no fim do túnel. São um afago nas letras, um beijo nos versos atônitos. Obrigada por estar sempre presente, mesmo que geograficamente tão distante.
    <3
    Lílian

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