segunda-feira, 16 de setembro de 2013

BANDIDOS


4 comentários:

  1. Não é poema marginal, mesmo que nele se corra por toda uma cidade, saqueando e galgando espaços na contra-mão, porque é um poema que se insere em teu estilo e temática. Não marginal, mas intenso.

    E lança, também, um hausto de novo em tuas letras, areja essa sensibilidade do social sempre presente em tua obra, grande poetisa.

    Gostei muito do verso "Tu, com meu pulso nos lábios". Intrigante.

    Um grande beijo, querida Lílian, e meus aplausos, como sempre.

    André

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    1. Querido André, como sempre, perspicaz. Veja que não coloquei "meu punho nos lábios", mas "meu pulso". Vc captou. Bicotas e obrigada pela leitura e comentário. ;)

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  2. Acredito, não sei se estou certo, que ninguém entrega o "seu corpo à toa". Mesmo sendo bandido/a.

    Beijo.
    Jorge

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    1. Querido Jorge, não se trata de entregar o corpo de maneira à toa, mas de entregar o corpo que, ele, o corpo, é à toa... ;)
      Tipo: estava à toa na vida (A BANDA). Beijocas e obrigada!

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